A MALDITA

Comece a semana se acabando!

terça-feira, 24 de setembro de 2002

Novidades para a Maldita.
Alguns shows marcados para breve. Sempre começando às 23h

dia 30/09 - show com Jess Saes - pista 2 com Rodrigo Lariu (festa da lista do Midsummer Madness.

dia 14/10 - show com Carbona - pista 2 com Melvin, Henrique e Pedro, do Carbona, depois do show

dia 28/10 - show com Luisa Mandou um Beijo

quinta-feira, 19 de setembro de 2002

Quem sabe faz acústico!
No site oficial, uma apresentação acústica em Boston. 3 musiquinhas em streaming.Vai lá! (o link é pra Windows Media Player).
No site tem também tem um especial da MTV 2 com os bastidores da gravação do Murray Street, só que o link tava quebrado quando eu tentei entrar.

segunda-feira, 16 de setembro de 2002

Por falar em Apples, eles estão agora mesmo em uma turnê conjunta com o Clinic pelos Estados Unidos.

Coicidência ou não, bem que essas duas capas são parecidas.
Uma é de Tone Soul Evolution, disco do Apples, de 97. A outra é de Walking With Thee, do Clinic, um dos melhores discos desse ano.

The Apples in Stereo
"Velocity of Sound" (2002)

O novo disco do Apples in Stereo (Cada capa é de uma das versões do álbum, a americana, a japonesa e a européia) sinaliza uma mudança na carreira da banda. Distanciando-se um pouco da psicodelia e de um clima retrô que permeava álbuns como "Fun Trick Noisemaker" e "Tone Soul Evolution" em privilégio de uma sonoridade mais direta e de melodias mais simples, Velocity of Sound se aproxima do bubblegum. Sai Brian Wilson como influência maior e entram os Ramones no bolo (faixas como ?Something I Do? poderiam perfeitamente estar em um CD dos Ramones). Não chega a se tratar de uma descaracterização no som da banda de Robert Schneider, o foco das composições é que se mostra um pouco mais estreito. Se não chega a suplantar a excelência dos dois primeiros álbuns, Velocity of Sound tem tudo para alargar consideravelmente a base de fãs do Apples in Stereo. Apenas 28 minutos e 11 potenciais hits. É power-pop grudento mesmo. Se você gosta é caso de freqüentar seu CD player no repeat por pelo menos uma semana.
cortesia do blog ? mp3 de Do you Understand? para download

quinta-feira, 12 de setembro de 2002

Por falar em hype...

O mais novo é o em torno do Interpol. Mas esse me pareceu ter bem mais consistência. Tenho ouvido muito o álbum de estréia deles, lançado pela Matador. Em uma primeira audição, uma crítica mais preguiçosa pode acusar a banda de ser mero clone do Joy Division. Besteira. O timbre e algumas inflexões do vocal de Paul Banks _ principalmente em ?Obstacle 1? _ lembram Ian Curtis, mas é só. Vale a pena uma escutada com mais calma. É daqueles discos que melhoram a cada vez que você ouve.
Se você esteve na Maldita nas últimas semanas deve ter escutado ?PDA? ou ?Obstacle 1?. A gente tem tocado e tem agradado em cheio. É só começar a música pra alguém vir até a cabine:
- O que é isso que está tocando, hein?
Quase sempre com uma cara de aprovação
Se a banda passa pelo teste ao vivo? Gordinho viu o show em Londres e diz que sim. Eu confio nele. Conta aí, Gordinho...
cortesia do blog ? mp3 de PDA em versão de um Ep de 2001, diferente da do álbum

quarta-feira, 11 de setembro de 2002

Ontem vi, tardiamente, uma das inúmeras reprises do VMA`s da MTV. É sempre uma porcaria, mas eu insisto. Mas dessa vez foi mais frustrante do que o normal. Tinha ouvido comentarem das performances do Hives e do Vines e resolvi dar crédito. Terminei deprimido. Do Vines eu já não esperava muita coisa, mas no Hives eu acreditava um pouco mais. Gostei de várias das faixas que escutei do Veni Vidi Vicious, inclusive a que eles tocaram no VMA. As duas apresentações foram lamentáveis. Primeiro, "Main Offender" com o Hives. Tudo muito programadinho, caras e bocas, muita pose pra muito pouco som. Depois veio "Get Free" com o Vines. Mais pose ainda, uma atitude forjada e forçada, gritinhos metidos a revoltados e quebração de instrumentos no fim. Tudo extremamente formuláico. Fake!Eu acho tão chato esse papo anti-hype como o papo dos hypeiros, mas não dá pra evitar um certo enfado ao ler gente tentando enquadrar bandas como o Hives e o Vines como fazendo parte de um momento de virada no rock, o mais importante desde o grunge e tudo aquilo que se seguiu. Falta muito. Falta consistência, falta conteúdo, falta tudo aquilo que sobrava no Nirvana: autênticidade, espontaniedade, verdade. Em disco a maquiagem até pode enganar. Ao vivo, mesmo pela TV, a máscara caiu.

terça-feira, 10 de setembro de 2002

Coisas que a gente escuta na noite
Oi, você toca É o Tchan?
Ahn? Não...
É?
...
E Ivete Sangalo?
Não! Não tenho nada disso aqui, não tem muito a ver com a festa
Ah, tá... E alguma coisa de rock brasil você tem?
Pô, muito pouco, não é muito o que eu costumo tocar não. De repente se você pedir na pista 2, quem sabe...
Tudo bem. Mas tá legal, o teu som tá muito maneiro

É mole?

segunda-feira, 9 de setembro de 2002

Desde quinta-feira sem postar aqui no blog. Já vou avisando que tá bem grande. Como tinha dito fui pro Indie Rock Brasil em BH. Fim de semana com shows bem legais.
Poucas surpresas, os melhores shows foram os de quem realmente eu esperava mais. Sem ordem de preferência, Walverdes, Pelvs, Casino e Valv. Menção honrosa também para o MQN, que se aproveitou bem das condições do lugar e fez um show empolgante. Pra ter uma idéia do que foi o festival tem que se entender que tipo de lugar é A Obra. Lembram da Basement? A Obra é bem parecido, também é um porão, escuro e enfumaçado. Só que ainda menor. Nos 3 dias o lugar ficou lotado. O som não era dos melhores, não tinha P.A, era tudo regulado só no som dos amps, mas na maioria dos shows isso não comprometeu.
Na quinta, o Moan abriu a noite e não chamou muita atenção. A banda parece ainda inesperiente e com pouca personalidade. A promeira música do set do DJ ("Seven", do Sunny Day Real State) pareceu ironia... Depois veio o Valv e nos primeiros acordes já deu pra sentir a diferença. Do mesmo equipamento a banda conseguiu tirar um som bem melhor. O show foi ainda melhor do que o que os caras fizeram abrindo pro Mogwai aqui no Rio. Ainda teve uma versão pra "How Near, How Far" do último disco do Trail of Dead, referência importante no som do Valv. O Surfmotherfuckers fechou a noite. Surf music com muita influência de Man or Astroman. Legal, mas eu não me aguentava mais em pé e fui dormir antes do fim.
No dia seguinte tudo começou com o Monokini. Nunca tinha assistido a banda ao vivo. Me lembrou alguma coisa de Cardiggans, alguma coisa de Stereolab. Depois veio o Casino. Demoraram um pouco para acertar o som (como eu disse antes, não tinha P.A, era tudo direto dos amplificadores) mas depois que o show começou tudo correu otimamente. A banda demostra hoje uma tranquilidade no palco que apaga a impressão de insegurança que o show deles me passava em tempos anteriores. Belo show. Ainda teve "Festa" no final, que um mala na platéia não cansava de pedir (hehe). Parece que é preciso viajar pra assistir a Pelvs ao vivo. Não me lembro da última vez que vi um show da banda no Rio, o último que assisti foi no Upload, em São Paulo ainda no ano passado. Mas vale a pena. Mais uma vez a banda provou isso, dessa vez em BH. O setlist privilegiou as músicas mais pesadas dos 3 álbuns da banda em uma escolha muito acertada. Ainda sobrou tempo pra duas inéditas.
O terceiro e último dia começou com uma boa surpresa. Nunca tinha ouvido falar no Space Invaders e confesso que o nome não me deixava com uma expectativa muito grande, mas o show foi bem interessante. Vocal com gritos incompreensíveis, guitarras criativas, influências de Ween e Frank Zappa. Boa promessa. Do meio pro final o show perdeu um pouco o pique com algumas composições menos inspiradas, mas com certeza o Space Invaders foi a melhor surpresa do festival. A partir daí foi pau puro. O MQN esquentou o porão d`A Obra com uma performance empolgante. Riffs diretos e pegajosos, refrões repetidos à exaustão, roquenrou com todos os seus clichês. Foi o melhor show deles que eu vi, e olha que eu já vi dois deles tocando em casa, em Goiânia. Provavelmente minha condição etílica ajudou. Tiveram boa resposta do público e prepararam o ambiente pro show dos Walverdes. E os portoalegrenses fizeram um show muito bom. Volume lá no alto e guitarra estouradaça. No set, covers para "No Fun", dos Stooges, com um cara da platéia cantando, "Suck you Dry" do Mudhoney e até "Sweet Leaf" do Black Sabbath com o refrão trocado para "Anticontrole", nome do disco novo da banda. Bom fechamento para um festival bastante divertido.
Será que alguém leu essa joça até aqui?

quinta-feira, 5 de setembro de 2002


EU VOU!
Depois eu conto

terça-feira, 3 de setembro de 2002

Algumas fotinhos, bem vagabundas por sinal, do show do Onno ontem.







Algum dia eu aprendo a mexer com essa câmera digital

PROMOÇÃO
Essa é a primeira promoção do blog da Maldita.
Ganha entrada grátis na próxima segunda quem adivinhar quem é o cidadão nessa foto 3 x 4 aí embaixo

É só mandar a resposta para

Bom, estou de volta depois de 20 dias na Inglaterra.
Essa coisa de blog é novidade para mim. Então eu vou contando as coisas aos poucos para não encher o saco de vocês e me acostumar com a minha nova condição de bloggeiro.
A gente se vê em breve.

segunda-feira, 2 de setembro de 2002

Antes de serem abordados pelo maluco pregador, Damon e Naomi deram entrevista para Sol e Bia do Stellar. Assim que eu souber quando vai ao ar na MTV eu aviso aqui.

Aqui, eles no palco

As fotos são de Rodrigo Lariu e Mate Lelo

domingo, 1 de setembro de 2002

Parece que alguma figura levou a sério a brincadeira que o engraçadinho postou aqui nos comments sobre o Damon e Naomi. Parece mentira, mas um cara abordou o Damon ontem, se anunciando como "Jesus Cristo" (sério!!!) e pregando com uma bíblia na mão. Damon não entendeu nada quando o maluco rasgou uma página da bíblia e entregou a ele. Achou que o cara estava pedindo autógrafo. Na verdade o figura estava era querendo converter aquele que ele julgava ser um anticristo. É sério, isso aconteceu...

A Maldita de amanhã promete! Olha o que diz o Lariu: "Nesta segunda 02/setembro a partir das 23h vai acontecer mais uma edição da tradicionalíssima festa LIMPOL dentro da MALDITA. Os DJs Rodrigo e Alessandra Lariú, Mate Lelo, Bia Lamego, Sol Moras, Cadu Pilotto e o convidado especial Coops (BetaBand) vão estar comemorando o aniversário da Alessandra na pista 2 da Casa da Matriz"
Ainda rola show do Onno lançando o single novo na pista 1 e a volta do Gordinho depois de um mês.
E eu ainda prometo que vou tentar arrumar mais do mé que alegrou a segunda passada. Se alguém tiver dica de onde vende, me avisa aqui